As 7 situações que todo criador
já viveu — ou vai viver.
Contratos de criadores têm lógica própria, diferente dos contratos corporativos tradicionais. Cada situação abaixo representa um risco real — e evitável.
O publipost que parecia simples
"A marca enviou um contrato de publipost. Você assinou sem ler."
Contratos de parceria frequentemente incluem cláusulas de exclusividade que impedem trabalhar com concorrentes por 6 a 12 meses — sem que o criador perceba.
Exclusividade por tempo indeterminado
"Uma plataforma ou MCN pediu exclusividade por tempo indeterminado."
Exclusividade sem prazo definido pode barrar contratos futuros muito mais valiosos. Precisa ser negociada antes de assinar, nunca depois.
A collab sem contrato
"Você fez uma colaboração com outro criador sem nada assinado."
Quando a colaboração gera renda ou dá errado, "a gente se entende" raramente resolve — e o que foi combinado verbalmente não tem validade.
Conteúdo usado sem autorização
"Seu conteúdo foi usado por uma empresa sem sua autorização."
Uso não autorizado de imagem, voz ou conteúdo é violação de direito autoral e direito de imagem — mas sem contrato claro, a prova é difícil.
Produto digital sem termos
"Você vai lançar um curso, uma mentoria ou um clube de assinantes."
Termos de uso inexistentes ou genéricos criam passivo jurídico com alunos e assinantes — especialmente em cancelamentos, inadimplência ou conteúdo contestado.
Contrato internacional em inglês
"Uma marca internacional enviou o contrato em inglês."
Contratos bilíngues frequentemente têm cláusulas de lei aplicável favoráveis à marca estrangeira — detalhes que passam despercebidos sem análise especializada.
MEI ou ME sem estrutura jurídica
"Você tem MEI ou ME mas nunca estruturou juridicamente sua operação criativa."
Sem contratos próprios, termos de uso e proteção de marca, a operação de um criador está exposta a disputas com parceiros, plataformas e até com a Receita Federal.
O que oferecemos
para criadores.
A economia criativa tem suas próprias regras. Contratos de publipost, acordos de exclusividade, licenciamento de imagem, termos para produtos digitais — documentos com lógica própria, diferente dos contratos corporativos tradicionais.
Transparente. Sem surpresa
no orçamento.
Criador com volume mensal de parcerias? Veja o Plano Creator (R$ 2.500/mês) — inclui até 2 revisões, até 3 consultas e priorização de agenda.
Conversa antes de assinar
Dúvida urgente — leia o contrato, fale com um especialista antes de decidir.
- Consulta jurídica pontual
- Dúvida antes de assinar
- Recomendação direta: assinar ou não
Análise completa + relatório
Revisão total do contrato enviado pela marca, com estratégia de negociação.
- Análise de exclusividade, prazo e rescisão
- Relatório de risco estruturado
- Recomendação: assinar, negociar ou recusar
- Complexidade média: R$ 1.800
Termos, contratos e licenças
Documentos sob medida para proteger sua carreira criativa.
- Termos de uso + privacidade: R$ 1.500
- Contrato de collab: R$ 1.500
- Licenciamento de conteúdo: R$ 1.800
- Contrato de exclusividade MCN: R$ 1.800
Quem quase assinou sem ler — e não assinou.
Recebi um contrato de uma marca grande e quase assinei sem ler. A análise identificou uma cláusula de exclusividade de 8 meses que me impediria de fechar o contrato com o principal concorrente deles — que era a parceria que eu estava mais animado para fechar. Renegociei. Valeu cada centavo.
Influenciadora · lifestyle
280k seguidores
Fiz uma co-produção com outro criador sem nada assinado. Quando a série começou a performar bem, a discussão sobre quem detinha os direitos virou um pesadelo. Depois disso, todo projeto tem contrato. Sem exceção.
Youtuber · tecnologia
1,2M inscritos
Lancei meu primeiro curso digital e descobri que meus termos de uso não cobriam cancelamentos feitos após a abertura do acesso. Tomei chargeback por 3 meses seguidos. Hoje tenho termos redigidos por especialista — e a taxa de chargeback caiu para quase zero.
Infoprodutor · 3 cursos
R$ 80k/mês